• Abner Vellasco

O seguro se recusou a pagar o reembolso do seu celular roubado?

Atualizado: 31 de ago.



Estatísticas do Instituto de Segurança Pública (ISP) mostram que, entre janeiro e abril deste ano, foram computados 9.140 furtos e 4.780 roubos de celular no estado do Rio de Janeiro. Esse é o maior número da série histórica iniciada em 2003.


Os números reais, porém, podem ser ainda maiores, já que o furto de celular ainda é um crime de alta subnotificação.


A Superintendência de Seguros Privados (Susep), autarquia que fiscaliza o setor de seguros, não tem dados específicos sobre apólices relativas a celulares. Mas estimativas do mercado apontam para um crescimento de até 15% nos seguros de celular somente no ano passado.


O Rio de Janeiro vende mais seguros de roubo e furto de celular do que a média nacional. No entanto, ao buscar a proteção é preciso ficar atento às letras miúdas do contrato.


Atualmente, grande parte das apólices já cobre tanto roubo quanto furtos qualificados e simples, quando não há emprego de violência.


Porém, tal qual ocorre com outros tipos de seguro, as condições podem variar entre as empresas.


Por isso, se você teve seu celular roubado, o primeiro passo é conferir o contrato do seu seguro e prestar atenção aos detalhes da apólice.


Se você não foi informado das condições para reembolso antes da contratação do serviço, fique atento aos seus direitos.


Na falta de informações claras, sendo violado o direito à transparência e à informação, as cláusulas do contrato podem ser consideradas abusivas por não respeitarem o Código de Defesa do Consumidor.


Caso a seguradora se negue a pagar a indenização, você deve procurar um advogado para analisar o seu caso e entrar com uma ação judicial para o recebimento do reembolso.

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